segunda-feira, 20 de maio de 2013

Tratado de Latrão

                 

Tratado de Santa Sé ou tratado de Roma-Santa Sé é um dos pactos lateranenses de 1929  feito entre Itália e a Santa Se, ratificado em 7 de junho de 1929, dando fim à "fronteira ferroviária."



 Os pactos consistiam em três documentos:
-      --  Um reconhecimento total da soberania da Santa Sé no estado do Vaticano.
       --  Uma concordata  regulando a posição da religião católica no Estado.
      --   Uma convenção financeira acordando a liquidação definitiva das reivindicações da Santa Sé por suas perdas territoriais e de propriedade. 
         Em 756,Pepino, o Breve rei dos fracos deu ao Papa um grande território no centro da Itália. A existência destes Estados Pontifico  terminou quando, em 1870, as tropas do Rei Vitor Emanuel II entraram em Roma  e incorporaram no Reino de Itália esta parte do território. Em 13 de março  de 1871  Vítor Emanuel II ofereceu como compensação ao Papa Pio IX uma indenização e o compromisso de mantê-lo como Chefe do Estado do Vaticano. O Papa, porém, recusa-se a reconhecer a nova situação e considera-se prisioneiro do poder laico.
  Embora tenha negado inicialmente a proposta do governo italiano, a Igreja aceita estas condições, em 11 de fevereiro de 1929 , por meio do Tratado de São João de Latrao  ou simplesmente Tratado de Latrão, que criou um novo estado, assinado pelo ditador fascista Benedito Mussolini, então chefe do Governo italiano, e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé. Este Tratado formalizou a existência do Estado do Vaticano. Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do Papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de castelgandolfo e das tres basilicas de Sao joao de Latao, Santa Maria Maior e Sao Paulo Extramuros. 
O acordo também garantiu ao Vaticano o recebimento de uma indenizaçao o financeira pelas perdas territoriais durante o movimento de unificaçao da Italia. O tratado foi incorporado à constituiçao italiana em1947, com a condição de que o papa deveria jurar neutralidade eterna em termos políticos. O papa poderia atuar como mediador em assuntos internacionais, mas só quando fosse solicitado.






postado por: Leticia Foza Sensolo (17)

Imagens sobre fascismo

sábado, 18 de maio de 2013

Benito Mussolini - Marcha Sobre Roma






                                    Benito Mussolini - Marcha Sobre Roma





Nasceu em Dovia di Predappio, filho de um ferreiro socialista e de uma professora primária.
Batizado em homenagem ao revolucionário mexicano Benito Juarez, pelo pai, um misto de socialista e anarquista, Mussolini filiou-se ao Partido Socialista aos 17 anos, tornando-se um militante muito ativo. Em 1901, refugiou-se na Suíça para escapar ao serviço militar obrigatório e peregrinou pelos cantões do país, sendo com freqüência expulso de onde se exilava devido à militância anticlerical e antimilitarista.
É expulso duas vezes da escola por mau comportamento, mas consegue completar os estudos e torna-se professor primário em 1902. Na juventude envolve-se com movimentos esquerdistas e trabalha como editor dos jornais de esquerda A Luta de Classes (Forlì, 1910) e Avanti! (Roma, 1911 a 1914), órgão oficial do Partido Socialista Italiano, do qual se torna um dos cabeças.
Serve na guerra como soldado e volta à vida civil com idéias anti-socialistas.
Em Milão, funda em 1919 um movimento nacionalista chamado Fascio de Combatimento, que depois evoluiria para o fascismo.
Em 1922, com seus seguidores, os "camisas negras", organiza a Marcha sobre Roma, demostração de força que origina um convite do rei Vitório Emmanuele III para encabeçar um novo governo. Como primeiro-ministro, controla o sistema sindical, proíbe greves e persegue a imprensa livre. 
Em 1936, porém, deu início a uma política expansionista na África e invadindo a Etiópia.  No ano seguinte, Mussolini colocaria a Itália na guerra, contra a opinião de seus colaboradores mais próximos e malgrado o fato de seu país não estar preparado para o conflito.
Seus fracassos militares deram alento às forças anti-fascistas na Itália. Em 1943, foi deposto e preso pelo rei. Foi libertado, porém, por paraquedistas alemães e levado para junto de Hitler, onde proclamou a fundação do Partido Fascista Republicano. Sob total dependência de Hitler, voltou à Itália e, em Saló, fundou a República Social Italiana. O caminhão em que viajava, porém, foi detido, por homens da resi
stência italiana e o ditador reconhecido. Mussolini e a amante foram executados e seus corpos, pendurados de cabeça para baixo, ficaram expostos à execração pública.





Postagem: Jéssica Trichês (13)